Ensayar el derecho a la poesía: sobre la mediación de lectura y escritura literaria con hombres en privación de libertad
DOI:
https://doi.org/10.66436/fwjq6h86Resumo
Esse trabalho propõe uma revisão detalhada do que envolve o projeto de extensão universitária Direito à Poesia, ao mediar oficinas literárias nas penitenciárias de Foz do Iguaçu, em um espaço onde operam diversas fronteiras, geográficas e identitárias. A partir do objetivo do projeto — construir um espaço horizontal e intercultural vinculado pela experimentação poética —, numa primeira parte, indaga-se sobre como o projeto entende, em sua práxis, a literatura, o cárcere, a universidade e o "direito à poesia". Na segunda metade, por meio de um registro mais ensaístico, reflete-se sobre a experiência concreta das oficinas na penitenciária masculina, sob a perspectiva de uma das mediadoras. Nessa seção, são discutidas as estratégias diante dos condicionamentos do espaço carcerário; os limites e potencialidades do diálogo entre o espanhol e o português, e da tradução para a experimentação poética; e, finalmente, as relações em clave de gênero dentro da oficina. Com tudo isso, chega-se ao entendimento de que o "direito à poesia" supõe um exercício ativo, crítico e contingente que atenda às dinâmicas de poder entre universidade, cárcere e literatura.
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